27/09/2018

REFLEXÕES CAÓTICAS: Façam suas Apostas!



A 10 dias do primeiro turno destas eleições de 2018, vivenciamos o que "nunca antes na história" do mundo e, em particular, do Brasil, aconteceu. Novas variáveis, ou variáveis significativamente modificadas, tornam imprevisível o resultado final.

Se em 2014 a internet em muito pouco contribuiu para o debate político-eleitoral, em apenas 4 anos a disseminação/distribuição de informações, verdadeiras e falsas, pelas redes sociais, se tornou o fundamental meio para os candidatos chegarem ao cidadão, eleitor ou não, bastando-nos ver o exército de internautas, pagos e/ou voluntários, que os principais postulantes à presidência montaram. Nesta dimensão, isto é novo.

As leis eleitorais mudaram. Mudou a fonte de financiamento. Reduziu-se o prazo de campanha e consequentemente o tempo de televisão e rádio. O poder judiciário, em especial o STF, é instado a dar respostas aos mais inconcebíveis (a esta altura) questionamentos. Ontem o Supremo reuniu-se em plenário  para decidir sobre o óbvio: se o prazo de cadastramento biométrico venceu, então, venceu! Hoje, terá que se pronunciar sobre quanto os partidos devem - ou podem, ainda não se sabe este detalhe - gastar com propaganda de candidatas!!! Isto num país em que nem as próprias candidatas a vereadora votaram nelas próprias na eleição municipal de 2016 que teve quase 14.417 candidatas sem receber nenhum voto!!! Ver no site do TSE.)

Se em 2014, um candidato não concorreu por ter sido fatalmente vitimado em um acidente de avião, neste 2018 temos, como líderes da corrida até aqui, um presidiário a quem a justiça eleitoral vem permitindo que se apresente como candidato fantasma e alter-ego de sua representação física, e outro que há 3 semanas conduz sua campanha da UTI de um hospital, após ser esfaqueado em uma tentativa de assassinato.

Enquanto a eleição presidencial passada foi pautada pelo confronto entre esquerda radical e esquerda moderada, PT/PSDB, e os nomes envolvidos tinham alguma relevância, a deste ano os nomes não têm qualquer importância, pois está radicalizada entre extrema esquerda, PT, (com todos os partidos do espectro unidos após o primeiro turno, se houver) e uma pretensa extrema direita solitária, PSL (poucas adesões são previstas). Numa formulação mais simplificada: ou somos p-tilulistas, ou somos anti-p-tilulistas.

Adicionemos a isto, o viés politicamente correto que norteia os embates entre as facções. De um lado, ataca-se o outro por homofobia, racismo e machismo. Já o outro ataca o um por corrupção, aparelhamento ideológico das instituições do Estado e implantação da ideologia de gênero nas escolas públicas.  De uma lado, deseja-se incrementar o processo estatizante dos últimos anos, enquanto o outro quer esvaziar o Estado transferindo praticamente tudo para a iniciativa privada. Não há acordo possível em tamanho grau de oposição.

Levando em consideração tais variáveis, quais são suas apotas, se é que você tem coragem ou falta de juízo suficientes para fazê-las?

As pesquisas de hoje indicam alguma coisa pra você?

As pesquisas da próxima semana serão mais indicativas?

O que influenciará mais a decisão de voto nesta eleição: o horário eleitoral, as mídias sociais ou os resultados de pesquisas?

Que peso efetivo terão as mídias sociais de hoje até dia 7 de outubro para a definição (manutenção ou mudança) do voto de cada cidadão?

As fake news se intensificarão daqui por diante ou já estamos cansados disso?
A radicalização se manifestará de algum modo na boca-de-urna?

Haverá segundo turno para presidente? 

Ou um dos candidatos fará maioria de 50% mais 1, já no primeiro turno?

Na hipótese de segundo turno, o que será "matador" como técnica de embate entre os dois candidatos: se construir ou desconstruir o adversário?

Considerando que as primeiras pesquisas pós resultado do primeiro turno mostrarão como as forças opostas se aglutinarão, o horário eleitoral e os debates poderão causar alguma mudança no quadro inicial observado?

Quem ganhar, conseguirá minimamente conduzir o governo por 4 anos ou continuaremos a nos aprimorar em contestação de toda sorte, até mesmo, e provavelmente, pedidos de impeachement?

Dado o caráter plebiscitário da eleição para presidente, é muito provável que o eleito o será por pequena diferença e o será por uma minoria se comparada com a soma dos votos do perdedor mais os votos não computados (branco, nulo e abstenção). Nesta hipótese, o vencedor conseguirá implantar suas propostas em curto e médio prazos tendo tanta oposição?

Se a esquerda ganhar, Lula será solto? Se solto, governará da Casa Civil? 

Se a direita ganhar, o exército terá algum papel nos rumos do governo e na estabilidade política?



FAÇAM SUAS APOSTAS! OU NÃO!








03/09/2018

REFLEXÕES CAÓTICAS: Vote. Você tem opção.



Seria infantil se advogasse que o Partido Novo é a grande panaceia salvadora da pátria. Não é. Nada é. Ninguém é. Entretanto é, indubitavelmente, um partido único entre os 35 hoje habilitados a existir. Em primeiro lugar, é o único partido que se recusa a usar recurso do fundo partidário. Em segundo lugar, é único em seus estatutos, pois, entre outros princípios: a) membro de diretório não pode ser candidato; b) reeleição de seus candidatos apenas uma vez; c) filiados devem ser "ficha limpa"; d) candidatos a candidato passam por um rigoroso processo de seleção; e) e muito mais propostas NOVAS em seu Estatuto. Conheça. Perca alguns minutos. E para saber votar, não importando em quem você vote,  só há um caminho para votar melhor: conhecer o currículo dos candidatos, e o que pensam e afirmam.

Se o Partido NOVO não é a solução para todos os males, e não é, posso fazer uma afirmação categórica: depois de décadas temos uma real opção de voto. A desculpa do "são todos iguais" não pode mais ser dada. Todos nós, descontentes com a política, mas que reconhecemos não haver outro caminho a não ser o do exercício da atividade política para a proposição de soluções para os problemas da sociedade, temos nesta eleição de 2018 uma opção de voto. Uma alternativa real para o início de uma caminhada em direção inversa à que vemos trilhando. Uma caminhada para o desenvolvimento e a inclusão social efetiva, em subterfúgios, alicerçada na liberdade para o indivíduo realizar tendo o Estado não como protetor, mas incentivador e premiador da livre iniciativa.

Não votar, votar em branco ou nulo, é se omitir, e os omissos, por princípio, perdem a razão. Não há alternativa, ou votamos todos e reinstauramos o regime democrático da maioria, ou vamos ter que nos submeter à minoria esquerdopata composta de 30% de militantes a pão com mortadela, ou ficar com o radicalismo à direita que pretende resolver os problemas complexos de uma nação contemporânea num mundo globalizado à bala.

Conheça o Programa de Governo do João Amoêdo.


Juntei alguns banners para divulgar a necessidade do voto junto a este contingente enorme de não-votantes. Se você gostar de algum, clique com o botão direito sobre ele, salve e distribua na sua rede social. Bom voto!

Aqui os banners criados por mim e meu dupla e amigo Hueliton Lucas.






















Aqui banners coletados na internet.












Se você também não gosta de hipocrisia na política, você precisa conhecer o PARTIDO NOVO https://novo.org.br

01/09/2018

REFLEXÕES CAÓTICAS: As Ideias de João Amoêdo


As ideias de João Amoêdo foram o ponto de partida para a criação do Partido Novo. O estatuto do Novo, portanto, reflete primordialmente princípios de vida adotados por ele e, obviamente, adicionado de contribuições daqueles que se associaram a ele por empatia. O Novo, portanto, é o único partido que verdadeiramente tem candidatos com discursos totalmente atrelados ao programa do partido. Mais que isso, para se para ser filiado já é exigido que você seja "ficha limpa", para ser candidato você precisa passar por processo seletivo onde é verificado quanto de suas ideias e práticas se coadunam com os princípios do NOVO. Votar, portanto, em seus candidatos não é apenas votar em outros candidatos que não estão tentando se re-eleger, é votar em candidatos que representem ideias novas.

Sou filiado ao NOVO porque me identifico com o liberalismo como sistema econômico e me posiciono politicamente como de centro direita por consequência. Gostaria, sim, de caminhar para algo que rotulo de capitalismo-social a ser atingido por um Estado que incentive e premie as empresas a terem uma visão de que quanto mais cidadãos forem incluídos no sistema produtivo, melhor e mais rápido será para todos. Os empresários de porte deveriam perceber que a partir de um certo ponto de seus negócios a estratégia de acumular mais e mais não acrescenta mais. Mais, com certeza, teriam de retorno se aplicassem mais em dar mais qualificação e incluir mais gente no mercado de trabalho.

Fui contra o dogma do NOVO de não usar dinheiro público para financiamento de partidos e de campanhas por uma razão muito simples: se você quer mudar as regras do  jogo, primeiro entre no jogo, ganhe, e então mude as regras. Hoje entendo, porque compreendo a determinação de verdade transparente que o partido quer manter, mas isto dificulta enormemente o trajeto para atingir seus objetivos e tem um caráter quixotesco implícito, mas não posso deixar de aceitar que grandes transformações só são possíveis quado se pensa e age "fora da caixa". 

Haverá possibilidade de superar os obstáculos ainda a tempo de vencer esta eleição  para presidente e mesmo de eleger 40 a 50 deputados federais como desejado? Ou isto não é tão importante quanto iniciar uma trajetória que possa resultar em sucesso em 2022? Será que podemos abrir mão do risco de ter agora uma continuidade da esquerda que nos legou uma enorme recessão ou termos uma cambalhota à extrema direita em nome de um início de expurgo da esquerdopatia que aparelhou totalmente as principais instituições do País com propostas de divisão entre nós e eles, entre brancos e outros, entre homens e mulheres etc.? Tais respostas começaremos a ter a partir de outubro.

Até aqui vim me posicionando a favor de Bolsonaro, não por ele, com quem não comungo a maioria de princípios de vida. Minha opção de voto não era nele mas na escolha de Paulo Guedes para seu super-ministro da Fazenda, um liberal convicto, que defende a necessidade de devolver urgentemente o poder aos cidadão através de descentralização política e redução das receitas do nível federal em benefício do aumento das receitas de estados e municípios. Mas isto também é uma proposta básica do Partido NOVO.

Sou radicalmente contra a aceitar que militares governam melhor do que civis. Há uma cegueira intencional para as tantas lambanças que fizeram. Aqueles que veem em Bolsonaro uma volta dos militares ao poder, fingem não ver que os militares devolveram o poder aos políticos exatamente por que o sistema de caserna com o qual estão afins é baseado em hierarquia rígida onde não há espaço para sistemas democráticos que inviabilizariam seu papel eficaz para o País. A caserna não aceita nada além de autoridade ditatorial. Os militares de hoje (como os de 64) não vão abrir mão de agir  em defesa do Brasil, seja contra intenções de fora ou de dentro. Mas se isto um dia for imperioso, o será, antes de tudo, por incompetência nossa (todos nós) e o será com o objetivo de correção de rumo, pontual e de curta duração. É minha convicção.

Em carta enviada aos Prefeitos, João Amoêdo afirma: "O NOVO acredita que o poder e a arrecadação devem estar mais próximos do cidadão e, por isso, devem estar concentrados nos municípios. O NOVO é favorável a reforçar o federalismo no Brasil. Descentralizar as decisões e a arrecadação, deixando mais recursos com os municípios e menos em Brasília. Assim, o cidadão pode exercer maior cobrança e fiscalizar melhor como é gasto seu dinheiro de impostos". E isto para mim é a prioridade número um. O poder invertido efetivamente, de baixo para cima. Do  cidadão para o Governante.

Hoje, mudei definitivamente meu voto, um voto que se pretendia útil. Mas que utilidade seria? Se voto no Bolsonaro e ele não ganha, deixei de votar com minha consciência e não ganhei nada. Se ele ganha, deixei de contribuir para o crescimento de uma proposta política com a qual me identifico fervorosamente. E para completar, se sou um ferrenho defensor de que as coisas não mudam no curto prazo, que o único caminho efetivo é plantar hoje para colher frutos amanhã, então não tenho mais nenhuma razão para não votar em total respeito à minha consciência.

Mudei meu voto. Voto em João Amoêdo para Presidente e voto em todos os demais cargos em candidatos do NOVO porque, se não vamos conseguir a renovação desejada, precisamos, no mínimo, iniciar tal processo elegendo gente que pensa e age diferente. Se você também quer conhecer mais o João, assista e essa oportunidade que lhe foi dada para expressar os valores do PARTIDO NOVO em palestra no BTG. Mais clara e completa impossível. 

Mas independente de em quem você votar para Presidente, vote em candidatos do Partido Novo para Governador, Senador, Deputado Federal e Deputado Estadual. É o caminho para iniciarmos uma renovação dos quadros políticos.

Se você também não gosta de hipocrisia na política, você precisa conhecer o PARTIDO NOVOhttps://novo.org.br