sexta-feira, março 05, 2021

COLOCANDO O PINGO NOS IS DO NEGACIONISMO


A sentença "acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é" é atribuída a Lênin como um dos itens do seu rol de diretrizes para chegar ao poder e um bom exemplo da advertência feita por Orwel.

A prática deste princípio pelos socinistas(1), como proponho identificá-los, nestes últimos 100 anos, tem sido intensa e, na última década, a aplicaram atribuindo o rótulo de "negacionista" a todos os que não pensam como eles e rejeitam suas teses alarmistas. A justificativa mais usada para terem escolhido tal rótulo é a existência de cientistas que não aceitam a explicação de que o planeta está aquecendo por ação exclusiva do homem capitalista - a poluição gerada pela  China, evidentemente, não é mencionada - e procuram mostrar que aquecimento e resfriamento são cíclicos por razões complexas, pois existem fatores muito mais relevantes - por exemplo, as interações gravitacionais dos planetas dentro do nosso sistema solar - do que simplesmente a queima de combustíveis fósseis e outros argumentos - bandeiras e brados com slogans simplistas expostos pela "esquerda burrinha" como a ela se refere o jornalista Celso Lessa. Enfim, se você se der o trabalho de pesquisar sobre o tema via Google, é isto que vai encontrar: o negacionista primeiro foi quem negou o aquecimento global causado pela ação humana. Mas o significado foi abduzido pelas mentes socinistas para separar os humanos em dois grupos: os seus adeptos, os "ungidos" e todos os que com eles não concordam não importando do que se trate.

Um NEGACIONISTA de raiz, original, pela minha ótica, é aquele que começa por negar que é NEGACIONISTA pela simples e "incontestável" evidência de que ELE, tal como seus bajulados "ungidos" ideólogos, detêm a "verdade", não importa do que se trate, e se você não aceita isto, você é o  NEGACIONISTA!!! Simples assim? Sei não! Meio confuso, pois NEGACIONISTA para esse tipo de indivíduo é aquele que nega as "verdades" dele, normalmente narrativas que negam fatos históricos, presentes, e a própria realidade das coisas, da cultura, da psique, da vida e do mundo. 

A gente percebe que está diante de um NEGACIONISTA quando ele começa a expor as tais "verdades" irrefutáveis, inegáveis, mas que se nos apresentam como enormes, gigantescas falácias discursivas, que não resistem às mais básicas perguntas, perguntas estas que os fazem encerrar o papo com uma atitude de cancelamento ou lacração como está na moda, pois NEGACIONISTA que honra as calças, não aceita embate de ideias, argumentos contrários, perguntas incômodas. É então que se revela em toda a sua nudez hipócrita como um real e autêntico NEGACIONISTA

Infinitas, portanto, são as afirmações de um NEGACIONISTA praticante, mas para justificar minha proposição de atribuir o termo a quem realmente o merece, dou alguns exemplos.

Eles negam a biologia, pois ecoam a proposição de uma psicopata(2) que convenceu alguns magnatas a financiar indivíduos e entidades ao redor do planeta que se disponham a propagar o conceito de gênero em lugar de sexo, de forma a respaldar a narrativa de que sexo é uma construção social, pois não nascemos home ou mulher, e devemos passar a nos referenciar como "pessoa com pênis" ou "pessoa com vagina".

Eles negam desejar implantar uma ditadura enquanto defendem os movimentos "antifascistas democráticos" e pacifistas à "moda caralho", como diz um amigo, pois invadem, depredam e subjugam pessoas como fizeram manifestantes antirracistas em um restaurante em Washington, ou seja, negacionismo da liberdade do indivíduo em uma das mais puras manifestações de intolerância fascista.

Negam o direito dos pais de educar seus filhos com base em valores morais e religiosos que acreditam e praticam, pois, para um bom NEGACIONISTA, é do Estado a obrigação de moldar as crianças, da creche à universidade, para que se tornem adultos crentes e praticantes de uma só verdade, a verdade deles, com o objetivo final de igualar a todos pelo único critério possível demonstrado 

Negam a família e sua importância na construção de uma estrutura e valores que dará sustentação para a integridade psíquica para um ser humano chegar à idade adulta e poder fazer escolhas livres e saudáveis. Para este tipo de NEGACIONISTA, um provável solitário e/ou mal-amado e/ou psicopata e/ou provavelmente agredido física e/ou psicologicamente em um ambiente familiar desestruturado, é esta exceção - que para tudo existe - a razão para justificar seus desvios cognitivos.

Mas é este mesmo tipo de NEGACIONISTA  que nega a fragilidade psicológica da criança defendendo uma educação sexual ideológica nas escolas desde a tenra infância, com a meta de "desconstruir" sua identidade biologicamente formada, não se importando com os danos - pois não admite que existam - destas ações na vida adulta futura deste ser humano, não desconstruído, mas DESTRUÍDO.

São NEGACIONISTAS tão estúpidos que negam as evidência biológica das diferenças estruturais da construção e funcionamento dos corpos sem que fiquem minimamente corados ao afirmarem em fenomenal hipocrisia que homem e mulher são construções sociais, mas gays, lésbicas, trans etc. já nascem biologicamente construídos!!!


O NEGACIONISTA nega ser preconceituoso enquanto carrega a bandeira do "Black Lives Matter" (BLM), levantando um braço com seu punho fechado, e postando mensagens desejando a morte de quem não concorda com ele.

O NEGACIONISTA nega as individualidades de cada ser humano em favor de coletivos que geram segregação por cotas que, ao invés de reduzir preconceitos, têm a flagrante consequência de estimular injustiça e preconceito.

Um bom NEGACIONISTA não gosta de história, por isso não sabe que o desenvolvimento da civilização é um processo de movimento pendular que, a partir da ação ego-centrada de todos os agentes da natureza, plantas, insetos, animais, seres humanos e eventos da física e da química, foram, são e serão o fundamental princípio de evolução e diferenciação dos seres e das sociedades. Por se apegar a esta ignorância, é defensor ferrenho da implantação de um regime ditatorial de governança mundial que intenta implantar um comportamento humano igualitário para e assassino da liberdade de se ser o que cada um está fadado a ser.

Um NEGACIONISTA ungido, nega a imperfeição da reprodução genética - o jeito que a Natureza encontrou de criar a diversidade das espécies e dos indivíduos, entre elas a humana - e defender o aborto dos "imperfeitos" como tática para conduzir um processo de "eugenia do bem" em direção a uma futuro onde todos serão "iguais", ou, mais provavelmente, como em Admirável Mundo Novo, onde uns serão "mais iguais" que outros.

Este mesmo NEGACIONISTA sem coragem suficiente para sustentar seu intento de eugenia, defende o aborto como um "direito" da mulher sobre o próprio corpo quando, de fato, nada mais está fazendo do que defender o direito da mulher assassinar um filho. 

NEGACIONISTA na pandemia nega haver alguma eficácia em medidas precoces para combate ao coronavírus alegando não haver comprovação científica de eficácia para medicamentos que, comprovadamente por décadas, não causam efeitos colaterais, ao mesmo tempo, cobra do governo federal a urgente vacinação de toda a população com qualquer vacina, todas sem terem cumprido todas as etapas para um desenvolvimento e, portanto, apresentam um evidente risco em sua aplicação, risco esse admitido no contrato de fornecimento ao constar que o laboratório produtor não terá qualquer responsabilidade no caso de efeitos colaterais futuramente registrados.

NEGACIONISTAS no poder, pertencentes ao espectro da "esquerda caviar", de dentro de seus isolamentos gourmets, ou livres, leves, soltos em praias paradisíacas, negam, a toda uma população, os direitos de ir e vir, de trabalhar (fonte de sustento), de lazer (fonte de saúde mental e física) em nome de um "fique em casa" em ambiente fechado, de baixa circulação de ar, enquanto fingem não ver que as fontes principais de contaminação estão nas aglomerações nos meios de transporte públicos, nos hospitais, nas favelas onde não há possibilidade de distanciamento social em casebres de poucos metros quadrados.

Já os NEGACIONISTAS políticos brasileiros perdedores da última eleição para Presidente, negam as realizações de um governo legitimamente eleito se concentrando em repetir incansavelmente um lema importado que atribui a desafetos a retórica do "racista, sexista, 
homofóbico, fascista e genocida" pois não se conformam com o fato de estarmos em uma democracia e terem que esperar 4 anos para tentar voltar ao poder (ou tomar o poder, como proclamou José Dirceu), mas, com falta de argumentos de sustento de suas críticas, bradam ao vento "impeachment já". 


O NEGACIONISTA de fato, real, ungido e vivente "em outro nível" intelectual, bem acima de todos nós, em essência, nega fatos e defende com veemência radical, NARRATIVAS que, de tanto repeti-las, acredita que um dia vingarão e o elevarão aos píncaros da glória. E do poder, óbvio.




Nota final: Afirmar que a Terra é plana, não é coisa de NEGACIONISTA, é apenas um chiste criado por um gozador que, com certeza está a rir a gosto e se perguntando como tantos idiotas ainda falam nisso. Não, o NEGACIONISTA é um provável ser ungido que, na falta do que fazer, nega que alguns humanos tenham posto o pé na Lua.



Assino a revista digital semanal OESTE. Logo após ter terminado a edição deste post, recebi o emeio com o link para a edição desta semana. O editorial chama a atenção para o artigo da Ana Paula Henkel com o título " O novo Estado onipotente e o reino transgênero" e que nos dá conta de um decreto de Biden que agora só depende de 60 votos no Senado para sua aprovação. Aviso para os que se interessarem em ler: é ASSUSTADOR!



1) Socinistas - Corruptela que proponho para empacotar socialistas e comunistas em um só conceito. Corruptela é a "deformação de palavras (...) de forma proposital, como forma de eufemismo (...)". Fonte: Wikipédia

2) Sobre a distopia da ideologia de gênero veja o vídeo da juíza Andréa Barcelos.





E você, já encontrou um lugar na sua consciência para a lealdade intelectual com você mesmo?

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quarta-feira, março 03, 2021

PERGUNTAS AOS HIPÓCRITAS PANDÊMICOS

FALTOU A OPÇÃO "TODOS".

Nestes dias de primeiro trimestre do ano de 2021 (cada um tem seu dia de preferência) em que comemoramos um ano de convívio tanto com nosso mais novo vírus de estimação, o Corona, quanto com a olímpiada da Globolixo, as fakes da Foice de São Paulo e outros de menor expressão que, em êxtase, proclamam a superação da barreira dos 250 mil óbitos atribuídos à ação da COVID-19, e enquanto a "massa" assiste à apologia ilegal, mas autorizada e protegida por nossa "justiça", ao uso de drogas feita por integrantes do BBB21 - Big Brasileiros Bestiais (1)  - quero deixar algumas perguntas aos nossos "Hui's" - Hipócritas ungidos de imbecilidades -, com a certeza de que posso esperar sentado por respostas, dado que se mantêm, feito avestruz, com a cabeça enfiada em buraco... cheio de merda.

1ª Pergunta:

Tese: Pessoas podem se contaminar em qualquer lugar, pelo menos é o que se deduz de um vírus que se espalha ao se expirar o ar por nossas vias respiratórias eventualmente contaminadas, processo que não se pode eliminar pois fundamental para a sobrevivência de seres vivos. No ambiente externo, naturalmente ventilado, a contaminação tende fortemente a ser leve, o que proporciona aos recursos naturais de nosso corpo terem mais sucesso no combate e recuperação da saúde eventualmente afetada. Considerada esta evidência científica, a dedução primeira é que muitas pessoas contraem o vírus "fora" de casa e, ainda sem se saber contaminadas, voltam para ambientes fechados, de trabalho, de lazer ou de moradia. A dedução segunda é que em ambientes fechados, carentes de circulação de ar, a contaminação é muito mais provável e o risco muito maior pelo fato das oportunidades de contágio serem mais frequentes e mais  intensas. Tal realidade tende a tornar a contaminação muito mais forte, com muito mais riscos para o infectado pois menores a chances do organismo dar conta.  

Pergunta:  Se nossos Hui's concordam que esta tese é minimamente razoável (são médicos e cientistas que a defendem), por que diabos continuam a nos mandar ficar em casa?

2ª Pergunta:

Tese: Ok, vou considerar que aglomeração, principalmente, em ambiente fechado, aumenta a possibilidade (ou seria probabilidade?) de transmissão/infecção. Os piores ambientes fechados são, sem dúvida, as unidades de transporte público, ônibus, metrô e táxi. Seus frequentadores são, acho que todos podem concordar, os principais agentes disseminadores do vírus. Todos se contaminam, condutores e passageiros, em menor ou maior grau e ao final retornam para seus ambientes fechados para contaminar todos os que ficaram em casa!!!

Perguntas: (1) Me explica então a razão para aceitar a aglomeração no transporte público onde a aplicação de medidas preventivas é, sim, difícil e complexa, mas absolutamente necessária? (2) Onde está a lógica que sustenta medidas de lockown que afetam lojistas e consumidores quando estes podem administrar com facilidade o acesso a locais fechados adotando medidas de distanciamento, álcool gel, temperatura corporal etc.? (3) Por que proibir o funcionamento de bares e restaurantes entre as 22h e as 5h? Será que o vírus fica inativo neste horário? (4) Por que manter proibido o acesso a praias, parques e jardins enquanto estas mesmas pessoas podem circular nas ruas? Por acaso o vírus obedece a uma lógica espacial que ainda não nos foi revelada?

3ª Pergunta:

Tese: O conteúdo deste vídeo:


Pergunta: Se, como demonstrado no vídeo acima que as máscaras mais amplamente usadas pela população (por uma óbvia questão de menor preço) não funcionam, por que diabos continuam a nos mandar usar máscara quando estamos de pé no restaurante, mas tudo bem se tivermos sentados?

4ª Pergunta:

Tese: Ainda o vídeo acima. Como demonstrado, a máscara N95 impede a passagem do ar de dentro pra fora mas, obviamente, diz a física, também impede a passagem do ar de fora pra dentro, dificultando o processo de inspiração do ar.

Pergunta: Admitindo que a N95 fosse distribuída gratuitamente por um Estado Protetor do Bem-Estar Social, como sonham algunscomo ficaria a nossa saúde com uma consequente baixa de oxigenação? 

5ª Pergunta:

Tese: Tenho 2 netos, 10 e 15 anos, morando na Flórida, Estados Unidos. Estão em aula presencial desde setembro/20, observando um protocolo que inclui medição de temperatura, uso de máscara, distanciamento, uso de álcool-gel e, principalmente, afastamento do aluno por 7 dias na observância de qualquer sintoma que possa ser associado à COVID.  Enquanto no Brasil sindicatos de professores que deveriam estar comprometidos com o desenvolvimento de nossas crianças, reivindicam continuar em casa recebendo seus salários ignorando os prejuízos psicológicos que já são relatados e que tendem a se agravar no futuro. Quanto a isto nada têm a dizer . 

Pergunta: Alguém, pelo menos, já foi pesquisar os índices de contaminação observados nas escolas da Flórida para continuar defendendo esse lockdown educacional que afetará negativamente uma geração para o resto da vida? Foram, pelo menos, verificar e comparar os índices de contaminação nas escolas com os demais ambientes?

6ª Pergunta:

Tese: Vide gráficos do dia 26/2/2021

Tem gente que, na falta de razoável inteligência emocional, faz acusações levianas principalmente em relação a ações do governo federal, ou imaginadas não-ações, ou de lentidão na implementação, mas sempre sem apresentar um mínimo de comprovação factual, apenas narrativas de cunho e interesse político. Nos gráficos aqui mostrados você pode ver como o Brasil está quanto: (1) posição no ranking de óbitos/milhão; (2) avaliar o resultado das políticas de restrição à vida tomadas pelo governo do Estado de São Paulo; e (3) comparar a vacinação no Brasil, país da América do Sul, frente a países do dito "1º mundo".

Perguntas: Considerando tais acusações, gostaria de fazer três perguntas. Como explicam o fato do Brasil aparecer na 24ª posição no ranking mundial de óbitos por milhão? Como explicam que São Paulo, o berço do lockdown inconsequente, ter um índice de mortes por milhão maior que a média brasileira? E por último, como explicam a realidade da aplicação da vacina nos colocar entre os 6 países que mais vacinaram até então?

7ª Pergunta:

Tese: Mandetta e seus fás, defenderam o "fique em casa" ao mesmo tempo em que proclamava aos quatro ventos que "só a imunidade de rebanho poria fim à  pandemia". Uma incongruência até hoje não explicada, pois "ficar em casa" praticamente elimina a possiblidade de se atingir tal imunidade. Pelo que me parece hoje, dado o silêncio quanto a esta questão, a imunidade não é mais desejada, obviamente para dar um senso de coerência às restrições que nos impõem. 

Pergunta: Abandonada a imunidade de rebanho, aplicando vacinas com 50% de eficácia, sem ainda termos qualquer certeza sobre tempo de imunização e mesmo redução/eliminação do potencial de transmissão pelos vacinados, que nível de óbitos, números de leitos disponíveis, ou taxa de vacinação na população serão utilizados para determinar o fim das medidas restritivas?

8ª Pergunta:

Tese: Ao longo deste ano-pandêmico, o que mais ouvimos foi um desesperado e maluco discurso político contra o uso de medicamentos amplamente utilizados há décadas sem que tenham apresentado efeitos colaterais de alguma significância. Chegou-se ao ponto de ter uma entidade, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, que gerou um documento "condenando" a indicação preventivamente e mesmo profilaticamente de vários medicamentos, entre eles, a Ivermectina, a Hidroxicloroquina e até mesmo vitaminas (2) , num flagrante atentado ao juramento de Hipócrates (3) . Se considerarmos, como eu considero, que a relação médico/paciente envolve experiência clínica do médico, conhecimento histórico do paciente, compromisso com a vida e confiança mútua, fatores que tornam essa relação inviolável a ingerências externas, só a intenção política de indicar o não uso de fármacos numa pandemia de um vírus em que pouco dele ainda se conhece pode explicar tal desatino.

Perguntas: (1) Será que é por medo de os resultados virem a se mostrar positivos e isto atrapalhar os planos de poder de perdedores? Nenhuma inferência, só uma pergunta, lembre-se. (2) Se a comprovação só pode acontecer depois de mapeados os resultados do uso, não seria conveniente e desejável incentivar o uso e acompanhar e registrar tudo da melhor maneira possível? (3) Usar vacina com eficácia de 50% pode, sem cumprir as fases que garantem segurança pode, mas usar medicamento sem efeito colateral não pode?



Aguardo sentado.

P.S.: Publiquei esta postagem por volta de meio dia, e à noite assisti ao Pingo Nos Is e fiz uma edição da fala da Ana Paula Henkel que corrobora parte do que disse aqui. Assistam.



(1) Em Portugal o termo "bestial" tem o significado de bom, agradável. Não necessariamente no contexto desta postagem.

(2) A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) não recomenda tratamento farmacológico precoce para COVID-19 com qualquer medicamento (cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina, eritromicina, nitazoxanida, corticoide, zinco, vitaminas, anticoagulante, ozônio por via retal, dióxido de cloro), porque os estudos clínicos randomizados com grupo controle existentes até o momento não mostraram benefício e, além disso, alguns destes medicamentos podem causar efeitos colaterais. Ou seja, não existe comprovação científica de que esses medicamentos sejam eficazes contra a COVD-19.

(3) Na versão do juramento de 2017 você encontra os seguintes juramentos:

"– RESPEITAREI a autonomia e a dignidade do meu doente;"

"– PARTILHAREI os meus conhecimentos médicos em benefício dos doentes e da melhoria dos cuidados de saúde;"

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quinta-feira, fevereiro 25, 2021

O NEGACIONISMO ELEVADO À POTÊNCIA DA INSANIDADE!

 

“Nada é tão ruim que não possa ficar pior.”

Ditado popular.

Tenho, como muitos, procurado entender como se desenvolveu e se estabeleceu entre nós uma visão da humanidade que parte do princípio de que há humanos mais “evoluídos”, mais bem dotados intelectualmente que outros, os "ungidos", e que tal constatação lhes dá o direito de, mais que gerenciar os demais, estabelecer e impor um modelo de comportamentos morais e éticos que todos nós, os "ignorantes tolos", devemos obrigatoriamente adotar como prática de vida sob pena de condenação pública, agora via redes sociais.

Se parasse por aí, pouco ou nada estariam fazendo mais que tantos imperadores, senhores feudais, a Igreja e ditadores psicopatas já fizeram ao longo da história de nossa civilização. Antes do hoje, as razões eram encontradas apenas no âmbito das relações de poder, ou seja, quem o tinha, mandava, os demais obedeciam ou eram executados. Não importava muito como você tocasse sua vida desde que pagasse os extorsivos impostos e se curvasse frente ao déspota da vez. O jeito de se conduzir, seus valores, crenças e desejos, desde que limitados à sua vida particular, eram um problema seu, não do governante, não desta entidade mais recente de organização do poder, o Estado-Nação.

Agora a coisa é mais complicada, pois o que observo é um “desvio cognitivo” dos integrantes da intelligentsia “progressista”, como alguém já identificou. É a única explicação para as insanidades que nos são mostradas nas plataformas de redes sociais, produzidas tanto pelos "insanos" quanto pelos que a isso oferecem resistência. Existem dois desses vídeos que já podemos propagar como piece de resistance  e oposição ao que vem sendo praticado por “educadores” em salas de aula pelo mundo, mas pelo Brasil em particular, desde o nível fundamental até a pós graduação. Tais indivíduos-robôs são braços armados de um exército de robôs ideológicos repetidores de conceitos como "nova ordem social", um great reset mundial, ideologia de gênero, e controle populacional, tudo saído da cabeça doentia de velhos senis mas detentores das maiores fortunas do planeta e tudo por eles financiado. Falam em “desconstruir” os valores conservadores quando estão, na verdade, querendo dizer DESTRUIR a família, a integridade emocional de nossos filhos e netos - muitos não conseguirão se reconstruírem ao chegar à vida adulta -, e criar uma classe de humanos de quinta categoria, desimportantes para a nova sociedade globalista, e, portanto, passíveis de eliminação.

Damares Alves
Andréa Barcelos

Não preciso me alongar, basta assistir a dois vídeos. O primeiro, é o vídeo desta palestra da Ministra Damares Alves em 24 de abril de 2018 que tem 59 minutos e que mostra o que está acontecendo em nossas escolas. O segundo, é este vídeo, com duração de 1 hora, da palestra da juíza de Direito Dra. Andréa Barcelos, datado no Youtube como sendo de 23/11/2016, que nos dá uma clara ideia deste processo de corrosão de valores que, na surdina, nas entranhas da ONU, principalmente, já dura mais de um século, mas que a digitrônica forçou sua exposição em toda a sua sordidez. Se você preferir, fiz esta edição do vídeo com 23 minutos com o que achei essencial para você saber. Apenas chamo sua atenção para o fato de que este negacionismo da natureza humana elevado à potência de uma insanidade além da psicopatia, dá continuidade a um processo de transferência do pátrio poder para as mãos do Estado. Em Admirável Mundo Novo, Huxley nos mostra o que vem depois: a espécie humana constituída de seres eugenicamente selecionados.

Só há uma alternativa para os de mente sana: dizer e gritar NÃO, e propagar incansavelmente, não só nas redes sociais, mas na família, e em todas as oportunidades que cada um tiver de relacionamento, que cada ser humano, por ser imperfeito, é único, e que este é o princípio genético repetido em todo ser vivo no planeta, pois a árvore que não tem duas folhas iguais, é admirável em seu conjunto de imperfeições e esplendorosa, perfeita e plena em sua existência no planeta Terra.




quinta-feira, fevereiro 18, 2021

A RUPTURA E O MURO

“A democracia NÃO é um sistema feito para garantir que os melhores sejam eleitos, 

mas para impedir que os ruins fiquem para sempre.”

Margareth Thatcher


A quem está perplexo com a arbitrária e inconstitucional prisão do deputado Daniel Silveira, o "Chulo", sinto dizer que mais vem por aí, porque nada é tão ruim que não possa piorar. Para quem pensa que há alguma justificativa, algum respaldo, para um ministro do Supremo Tribunal Federal determinar a prisão de um político eleito no exercício de seu mandato, relembro algumas passagens da atual tão rasgada e vilipendiada Constituição Brasileira.

A primeira agressão da medida esdrúxula à nossa cartilha maior se dá no artigo 53 que reza, sem deixar qualquer dúvida interpretativa, que “Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos”. Deixa ainda mais claro no parágrafo 2º que esta norma é para ser respeitada “desde a expedição do diploma”, impedindo que “os membros do Congresso Nacional” possam ser presos, “salvo em flagrante de crime inafiançável”.

Ôpa, então há uma brecha aí? Vejamos o que diz a alínea XLIV do artigo 5º: “constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático”. Daniel Silveira agiu sozinho, não falou em nome de nenhum grupo, armado ou desarmado, nem fez nada mais do que propor uma reformulação do Supremo, a começar pelo processo de escolha de ministros do Supremo e de suas restritas funções.

Podemos seguir, portanto. O artigo 220 garante a todo cidadão brasileiro, ou seja, ninguém precisa ser político eleito para estar sob a guarda do que ele prescreve, garante que “a manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

Isto devidamente relembrado e ressaltado, faço aquela que sempre é a pergunta incômoda proposta por Drumond: e agora, Arthur? O que podemos esperar de você mal chegado à presidência da Câmara? Lembro-vos de que Bolsonaro cometeu seu maior erro ao ceder à arbitrariedade do STF quando tinha a Constituição inegavelmente a seu favor no caso da nomeação do Diretor da Polícia Federal. Acovardou-se. Deu no que deu. Aguardemos.

Allan dos Santos



Oswaldo Eustáquio

Discordo frontalmente da argumentação que alguns jornalistas e pensadores do espectro conservador estão usando para questionar as decisões de nossos ungidos e arrogantes "supremos" juízes. Qual seja o de que personagens do espectro “progressista” podem, por exemplo, pedir “a morte do Presidente” sem que sejam enquadrados na Lei de Segurança Nacional. Ou que acusados de crimes políticos tenham sido liberados da cadeia para cumprir uma prisão domiciliar meia-boca.  Ou que um acusado em 2ª instância tenha tido o passaporte liberado para passar férias em Cuba. Tudo isto é fato, mas também é torcida para que nossos adversários também sejam "premiados" da mesma maneira e nos venham fazer companhia na cela, acreditando que com isto ganharemos a liberdade!!! O único resultado será cadeia superlotada, não mais que isso. Não é portanto, argumento para rechaçar as prisões arbitrárias, ilegais, inconstitucionais, truculentas, de jornalistas e deputados por

Roberto Jefferson

manifestarem sua opinião sobre o modus operandi atual do STF. Este deve ser o aspecto a ser avaliado e julgado por todos, políticos, mídia, influenciadores em redes sociais e o cidadão que deseja uma justiça cega, mas ouvidos atentos aos autos dos processos e subordinada à aplicação das leis.


É preciso que aceitemos que, principalmente, os 4 ou 5 ministros que controlam o STF não se importam com o país. Agem, hoje mais que nunca, em causa própria e levam os demais na descida desembestada ladeira abaixo. Eles, periodicamente, testam a sociedade provocando tensões para ver a reação. Não havendo, a próxima será um tom acima. Claramente buscam uma ruptura. Entre outras táticas, usam, como neste caso, manifestações verborrágicas de baixo calão, idiotas, com certeza, mas legalmente garantidas, como vimos acima, para ameaçar todo aquele que se encorajar a chegar perto e tentar ultrapassar a muralha que os protege do perigo da sociedade vir a conhecer as entranhas do que acontece no dia-a-dia de suas decisões e descobrir o mau cheiro que as infesta.

Há quem esteja questionando quem pode parar a interferência de um Poder da República sobre outro. Muito simples, é aquele Poder, alvo da interferência, que toma a firme reação de não aceitá-la. Quando Rodrigo Pacheco se manifesta tergiversando mineiramente sobre uma ação que, mais uma vez, rasga a Constituição, mais do que aceitar o acordo espúrio de proteção recíproca que vigora "informalmente" entre Senado e Supremo, está validando e incentivando a escalada de tais procedimentos. 

Não nos iludamos, o “Poder” tem razões que a vã filosofia de nós, simples “governados”, desconhece. Mas estão esticando a corda, e quanto mais esticada, mais próxima de romper está, e mais drásticos serão os danos quando isso acontecer.

Em síntese, no Poder, a mensagem da ação visa iludir o coletivo, porque a causa é própria: proteger a própria pele.

E sem o predomínio da legalidade...


Enquanto isso me preparo para ir às ruas liberar meu grito: basta!

Para complementar, assista este vídeo editado do programa "3 em 1" da Jovem Pan:

E como cereja do bolo, esta edição muito boa que recebi de um amigo.