segunda-feira, novembro 22, 2021

NOSSAS INSTITUIÇÕES E A CONSPIRAÇÃO PÚBLICA

Conspiração : Ação de construir secretamente um plano que prejudica alguém, geralmente um governante; conluio; maquinação; trama.


Há tempos coço meus parcos neurônios sobre em que ponto do ciclo resultante das ideias políticas o Brasil, especialmente, se encontra. Esclareço. A minha visão de funcionamento do Universo, parte da premissa de que tudo nele é jogo de forças, um eterno empurra-empurra de elementos que se chocam, se opõem, se aproximam e se afastam, o que resulta em ciclos de dominância, ora de um, ora de outro dos envolvidos.

Isto, para mim, vale desde átomos e moléculas até galáxias e, quiçá, além. Vale tanto para humanos quanto para quaisquer outra espécie vivente, seja da fauna ou da flora. Vale até mesmo para elementos inanimados, do grão de areia à montanha de granito. Vale para todas as inter-relações entre dois ou mais elementos mesmo que de mesma constituição. E talvez a razão principal seja uma das descobertas da física, qual seja a de que tudo está em movimento. E se em movimento, se encontram a esmo, ao acaso, se chocam, se repelem, se agridem e por aí vai. As ondas do mar, com seu incessante ir e vir, fluir e refluir, são um bom exemplo. Mostram tanto o movimento contínuo quanto o jogo de forças entre o vento que empurra as águas, quanto a resistência da inclinação da praia que enfraquece as faz retornar.

Introdução conceitual feita vamos à questão política. A partir da eleição de 2018, estão os estóicos, como entidade, ganhando terreno sobre os vitimistas, ou, tendo chegado à presidência da República geraram tamanha reação dos perdedores (inocentes úteis e os de intere$$e$ contrariados) que, através de ações esdrúxulas, imorais, ilegais, inconstitucionais, corporativistas, serão capazes de retornar ao phoder restabelecendo seus perdidos privilégios? 

Ainda não tenho resposta razoável. Trago apenas algumas observações. Por exemplo, não se pode mais afirmar que as  instituições estão funcionando dentro dos ditames para o que foram criadas. Sejam instituições do Estado, sejam da sociedade civil. Mas “instituições” não pensam e não falam, quem o faz são homens e mulheres que as integram, e que, portanto, as sustentam em seus objetivos e a eles se limitando. Não é o que vemos.

Vejamos a OAB, Ordem dos Advogados do Brasil, que entrou em estado de total negação quanto a se manifestar sobre qualquer das graves agressões que vêm sendo praticadas pelo STF contra a democracia e, consequentemente, contra a sociedade brasileira. Esta minha afirmação se respalda no que consta no próprio site da Ordem 9https://www.oabrn.org.br/arquivos/ESTATUTO-DA-ADVOCACIA-E-DA-OAB.pdf), em documento assinado pelo seu próprio presidente, Felipe Santa Cruz: “A busca pela segurança jurídica e criação de regras inteligíveis e diretas é prioridade da nossa Gestão”. Santa Cruz, vitimista confesso e adepto do iluminismo[1] contemporâneo liderado pelo ungido Iluministro Barroso, o empurrador da história, entende que suas crenças utópicas lhe dão não só o direito (e o dever!!!) de ficar acima da instituição que preside, como o direito de desprezar a ( e mesmo cuspir na) história de lutas junto com a maioria de brasileiros pela volta à normalidade democrática.

Nesta mesma toada da OAB, vamos encontrar uma outra instituição  até então considerada como uma das defensoras intransigentes das liberdades de opinião e expressão. Falo da ABI, Associação Brasileira de Imprensa. Seu silêncio é sepulcral. Indecente e imoral. Nenhuma manifestação sobre os tantos e diversos ingredientes da receita de conduta das empresas de comunicação que já foram independentes, divergentes e bravos, e que hoje, independente dos efeitos oriundos da concorrência dos novos meios, se organizaram em um “consórcio” para divulgação de opiniões unificadas a serviço de um único objetivo, e que, em adição, cada um por si, criaram suas versões de “agências censoras” dos fatos e opiniões (publicadas em meios não consorciados, evidente) que são inconvenientes aos claros, mas inconfessos desejos de voltar a um passado glorioso de benesses públicas. É esta ABI que “ainda” tem em seu estatuto o Art.74 onde consta: “Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho é para a ABI símbolo maior de cidadania e de liberdade de expressão”. Não a menor dúvida de que seu espírito vaga pelo vazio do universo de sua decepção com aqueles que ficaram incumbidos de zelar pelo seu legado. Enfim, mais uma instituição cujos integrantes abandonaram os princípios que justificaram sua criação, em nome de suas crenças utópicas que os fazem acima de tudo.

Apenas para seguir no embalo deste tipo de entidades, lembro a ABL, Associação Brasileira de Letras, que acaba de nivelar Machado de Assis a dois de nossos “grandes pseudoescritores”, Fernanda Montenegro e Gilberto Gil. Triste Academia. Triste lado do Brasil.

E as instituições empresariais, tanto organizadas em associações de classe quanto individualmente? No primeiro caso no topo estão CNI, Confederação Nacional da Indústria, FEBRABAN, Federação Brasileira de Bancos, e FIESP, Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, e as tantas FECOMÉRCIO, Federação do Comércio, existentes em cada estado. O que fazem? Ao que reagem? A nada. Reformas e Decretos do governo Federal são solapados ou anulados por “iluministros progressistas” em decisões monocráticas “sacadas” com a rapidez de um Clint Eastwood em “Os Imperdoáveis”. Quanto às entidades membros, lembro a banqueira que não vê a hora dar seu voto e recurs$o$ para trazer de volta aquele “ambiente” profícuo de proteção ao setor financeiro. As associadas à CNI precisam ser lembradas do que diz o inciso II, do Art. 3º do estatuto da entidade: “defender a livre iniciativa, a livre concorrência, a propriedade privada e o estado democrático de direito, tendo em conta a valorização do trabalho, a justiça social e o meio ambiente”. E por último o lembrete da ação “racista do bem” contra candidatos não-negros promovida por dona Luiza em suas demandas por novos funcionários. Aqui também a “verdade utópica” da presidente da instituição privada de comércio ultrapassa os limites da atuação de sua empresa.

E chegamos ao Congresso Nacional. Tratemos primeiro da Câmara dos Deputados, esta instituição composta por uma transitória mixórdia de “representantes do povo” que, em mínima parte[2], foram eleitos por ação direta do voto, sendo a maioria “alçada” por convenientes escadas de uma legislação eleitoral feita para manter no phoder quem lá já está. Esta instituição essencial à manutenção do tal “Estado Democrático de Direito”, expressão que virou chacota na República do Togaquistão[3], recebeu carimbo de sua inutilidade e desmanche em diversas ocasiões, mas cito duas. A primeira quando, quase literalmente, “arriaram” as calças para iluministros que foram pessoalmente à Câmara exigir de partidos a troca de membros na CJJ de modo a garantir a não aprovação da PEC do voto impresso. A segunda, também uma demonstração de covardia explícita, foi a subserviência ao STF (que, aliás, continua até hoje).  Na prisão de Daniel Silveira. Nesta instituição não se trata de usurpação de phoder como nos anteriores, mas, ao contrário, de abandono do seu papel institucional, transferindo ao poder judiciário grande parte daquilo que deveriam ser suas exclusivas atribuições.

Espero que não esteja lhe cansando a paciência. Estamos próximos ao fechamento desta prosopopeia.

A penúltima instituição que avalio é o Senado Federal. Este é um caso de, digamos, duas personalidades. Uma é covarde, a outra arbitrária, mas em ambas se sente o cheiro da corrupção, do rabo preso, do olha-cuidado-eu-também-sei-dos-seus-podres. Como covardia podemos citar, tal como na Câmara, a subserviência ao STF, aqui junto com o componente de um pretenso acordo “eu não te julgo, você não me julga”. Nestas circunstâncias, portanto, não há espaço para atos que ultrapassem os limites do seu papel institucional, pois estes teriam que, obrigatoriamente, estar em acordo com o desejo dos “iluministros”. De outro lado, o Senado como um todo encontra-se hoje “estado de choque”, paralisado, sem ação quanto à arbitrariedade espúria daquele que tem a obrigação de agendar a sabatina de um indicado à Supremo Corte e não o faz por razões que todos nós desconhecemos, mas cujos objetivos desconfiamos.

Até aqui meu objetivo foi o de sugerir ao Leitor um olhar além dos fatos e das falas em si, um olhar para onde estão ocorrendo e a que estão subordinados. Mostrar, principalmente, que a maioria das instituições do país se enquadram em 4 classes: as que usurpam de seus poderes e limites; as que se investem inadequadamente de papéis para os quais não foram criadas; as hipocritamente silenciosas que aguardam condições para dar algum bote; e as demais que simplesmente se silenciam, principalmente, por medo de serem alvo de ataques das primeiras. Como salientei que instituições não falam, não pensam, não agem, as 4 classes são, na verdade, classes que identificam o caráter de indivíduos.

Ufa! Chegamos ao nosso Supremo Tribunal Federal, a instituição à qual os formuladores das bases democráticos atribuíram a condição de “poder” sem ter poder de fato, pois seu único poder não é poder, é tão somente o direito e obrigação de julgar causas dando seu veredito exclusivamente sob o manto do que estabelece a Constituição. Poderes são dois, o Legislativo e o Executivo. É o que deveria ser. Até já foi. Deixou de ser.

A maioria dos “iluministros” do STF, acreditando cada um em sua “sapiência suprema”, colocam-se acima da Constituição. Melhor dizendo, não estão nem aí para ela. Entrará para a história como um momento ridículo e de completo nonsense aquele em que Carmem Lúcia[4], então presidente do Supremo, entrega a Bolsonaro um exemplar da Constituição[5]. Super e iluminados Ministros, fazem o que bem entendem a quilômetros de distância de nossa lei máxima. Prendem arbitrária e ilegalmente qualquer um que diga “verdades inconvenientes” a eles ou a seus patrões (Ninefingers, guerrilheiro mor, Soros, “who knows”?) e quando não, simplesmente impedem o cidadão de exercer seu trabalho e tirando-lhe o direito ao sustento de si e dos seus. Não bastassem as loucuras de Alexandre de Moraes (sem maiores comentários), vem Fachin, que além de interferir no direito de ação de um Prefeito, quer, simples e ditatorialmente, viabilizar o assassinato da língua portuguesa - em uma ação de total desprezo pelo direito inalienável do cidadão ser livre para falar e escrever do jeito que sabe - deseja subordinar os valores de uma cultura construídos ao longo de dezenas de séculos a seus próprios valores[6]. É caso para colocar o autor em camisa de força ou então “que nos locupletemos todos!”.

Enfim, desde a posse de Bolsonaro até a primeira quinzena de novembro/21, tudo girava em torno do que expus acima com alguns poucos exemplos. E este “acima” foi apresentado para se chegar ao quase clímax[7] deste louco processo de tomada de phoder a que estamos assistindo.

O Super Ministro Gilmar Mendes, promoveu um seminário em Lisboa[8] onde reuniu esquerdopatas de carteirinha e muralistas de ocasião com a tarefa de discutir a implantação de outro regime de governança no Brasil!!! Fora do Congresso, mas com a presença de presidentes das duas casas, comunistas como Aldo Rebelo e Raul Jungmann, centenas de desembargadores e “algumas das figuras mais influentes da nata do poder em Brasília”[9].

Deste encontro de “autoridades” à revelia das instituições brasileiras e sediado “além mar”, eis que surgem descaradamente revelados seus objetivos. De Gilmar Mendes, depois de, desconfio eu, claramente ter sorvido algumas taças de um bom e caro vinho português, ficamos cientes de que “a questão central” foi a discussão do semipresidencialismo. Atenção: a proposição não é para o Togaquistão, é para o Brasil mesmo.

Já Toffolli nos confidenciou que o Brasil já tem “um semipresidencialismo com um controle de poder moderador que hoje é exercido pelo STF”, disse Toffoli. “Basta verificar todo esse período da pandemia.” Além de confessar estar participando de um paralelo governo semipresidencialista, despreza a vontade dos cidadãos-eleitores que optaram em 1993 pelo presidencialismo em um específico plebiscito. E quanto a se arvorar participar de uma entidade a que atribui unilateralmente o papel de “poder morador”,  com a palavra sua colega Ministra Carmem Lúcia que em 17/8/21(há recentes 3 meses) em entrevista dada, vaticinou, com convicção, que “Não há poder moderador no estado brasileiro”[10], pode procurar na Constituição.

Chegamos ao finalmente!!! Eis aí uma nova forma de conspiração, aquela que não se dá, como sempre imaginamos, em recintos fechados, em completa discrição, longe de todos os olhos não cooptados, sem provas de sua existência a não ser nossa fértil imaginação. Temos agora a maneira pública de conspirar: passeando em Lisboa, bebendo vinhos caros e lagostas do Mar do Norte, com direito a música, e entrevistas à velha mídia com um leve toque de embriaguez.

Reações? Nenhuma pois, como vimos nos exemplos, no interior de nossas instituições públicas e privadas de duas uma: ou "tá tudo dominado" ou estão todos se "borrando de medo". 

Sobram as FFAA de que não tratei. Estão caladas? Cochilando? Ruminando que rumo tomar? Não estão nem aí? Será que divididas? Ou... conspirando no velho estilo?

Cansado? Fui longo? Não gostou? Como dizem alguns Youtubers: “conta aí nos comentários e dá uma forcinha pra mim”.


Abraço e boa semana!

 



[1] Não sei se foi ela que primeiro usou esta denominação, mas Ana Paula Henkel a usa com frequência.

[2] Apenas 37 deputados dos 513 de hoje estão lá hoje por voto direto. Os demais foram alçados pelo instituto do voto proporcional, que faz com que “celebridades” do momento que se elegem exclusivamente por sua presença na mídia carreie votos para gente medíocre. Para saber mais e corretamente, acesse https://www.camara.leg.br/noticias/544742-deputados-sao-eleitos-pelo-sistema-proporcional-veja-como-funciona/.

[3] Tiro esta denominação de uma live do Rodrigo Constantino. Parece ter sido ele o primeiro a propor, mas não tenho certeza.

[4] Carmem Lúcia, quando presidente do STF, assinou um decreto “progressista politicamente correto” que obriga empresas a contratar presos e egressos do sistema prisional.

[5] Eu defendo que Bolsonaro aproveite esta realidade de termos um STF que não respeita a Constituição para devolver à Ministra o exemplar dela recebido, já que ele já decorou todos os artigos e os respeita na integridade, o que não é o caso “deles”.

[6] Não podemos esquecer de sua atuação na libertação do “molusco”.

[7] Uso “quase clímax” por que obviamente vem muito mais e além pela frente.

[8] Por que diabos, o Instituto Brasiliense de Direito Público, depois de mantido hibernado por quase 2 anos, faz este seminário em Portugal? As intenções explicam? Para mais informações acesse https://revistaoeste.com/politica/politicos-e-juizes-se-reunem-em-portugal-para-seminario-de-gilmar-mendes/

[9] Fonte: Revista Oeste https://revistaoeste.com/politica/politicos-e-juizes-se-reunem-em-portugal-para-seminario-de-gilmar-mendes/. Mas a proposta não é novo. Assim que Bolsonaro foi eleito Gilmar Mendes já enviava a proposta para o Congresso.


[10] Para mais informações acesse: https://veja.abril.com.br/blog/matheus-leitao/frase-do-dia-1284/

 




quinta-feira, outubro 28, 2021

MEUS QUERERES NESTE FINAL DE 2021


 “É fácil compreender o que se passa... depois que se passou”

Olavo de Carvalho

É com a intenção de ajudar a entender o que se passa antes que seja tarde que, neste texto, apresento minhas angústias, faço alertas e clamo por ajuda. 

Começo expressando o desejo desta mensagem chegar a pelo menos um ou dois dos valentes guerreiros que se expõe nas plataformas digitais, jornalistas ou não [1], fazendo oposição/reação ao processo de causar um black-out intelectual nas mentes dos cidadãos brasileiros, independente em que parte do espectro político-filosófico se coloquem. E é por esta abrangência das consequências que começo.

Jovem (ou idoso) socinista! Alerta! Hoje és flecha, no amanhã serás alvo! O critério para restringir seus direitos, suas liberdades de ação e expressão, não é a sua opinião, sua visão de mundo, sua cultura, seus valores, suas crenças, é tão somente a que classe de humanos o “mecanismo”[2] enquadre você: se na classe da minoria dos dominadores, detentores do poder pelas armas e “canais” opressores; se na classe dos inocentes úteis, lesados ideológicos, hoje bucha de canhão, mas que amanhã serão descartados por falta de uso; ou se na classe dos manobrados, manipulados,  desarmados, submissos, escravos voluntários ou involuntários a serviço de subsidiar os privilégios da primeira classe citada (lagostas, vinhos premiados etc.), benesses (auxílios justificados e injustificados etc.) e direitos auto-atribuídos (férias de 2 meses, jatinhos da FAB etc.) pelos primeiros. Neste final de outubro/21, paralelamente à ação canceladora das plataformas digitais contra o fato de Bolsonaro ter lido uma reportagem da revista “Infame”[3], alguns vitimistas já estão sendo atingidos[4].



Não estou preocupado com eles, nem comigo, pois me vou antes que possa saber em que vai dar isso tudo. Já disse: minha preocupação é com nossos netos, pois a evoluirmos neste processo insano de aumento gradativo de um regime tirânico, serão eles os escravizados (ou escravizadores), mas, de qualquer forma, serão os que pagarão a conta, talvez até com a própria vida. Se me disponho a expressar meus medos e angústias, é porque não quero, com silêncio e omissão[5], contribuir para um projeto que tem como fim usurpar da raça humana a própria natureza humana. Ok, hão de perguntar, fazer o quê? 

Não aceitar o duplipensar[6] expresso na novilíngua. Coisas como ter na mesma mente chamar a “ensacadora de vento” de “Presidenta” e defender o fim da identificação de gênero com coisas como sermos “seres humanes” e “pessoa com vagina”!

Ignorar totalmente a existência de vitimistas neuróticos como a “artista” da “performance” neste vídeo (pode ir direto ao minuto 2:18). Não vomite. 

E a mais importante é não cair na armadilha de perder neurônios elaborando uma indignação mental para se convencer de que você não é maluco. Não é, mas estão querendo que você acredite que é. E é aqui que chego a meu ponto principal, à minha crítica bem intencionada. 

Estamos em uma guerra (já falei disto antes, falo de novo porque é preciso). Não se diz ao inimigo que o raciocínio dele não está correto, ou que as razões que ele tem para te matar não são válidas, ou são mentirosas, ou são “fake news”. Se você quer sair vivo, entricheire-se antes de qualquer coisa, pegue sua melhor arma, faça uma boa pontaria e atire, diabos! Ou simplesmente proteja-se, fuja. Qualquer outra atitude será inócua, ou o levará a se render, ou será seu fim. 

No primeiro dia da TV JP News, um jornalista ao comentar sobre a “Fake News” Covid/HIV, termina com a seguinte afirmação: “É preciso criar um meio de coibir isso”! Criar quem? Coibir o que, cara pálida? Coibir alguém de ler uma reportagem? Coibir a revista de reproduzir uma notícia que é quase certo foi obtida e divulgada por uma big agência de notícias internacional? Coibir “alguém” de falar, escrever, divulgar uma pretensa “mentira”? Ou mesmo uma evidente, flagrante mentira? Ou coibir tudo que é “inconveniente” ao “mecanismo”. Diga lá, meu caro! Quando eu tive hepatite, várias pessoas (minha mãe a primeira) me aconselharam a tomar chá de boldo. E aí, ô cara de pau? Vai mandar prender mães, tias, avós, vizinhas que recomendam chás de toda ordem para toda ordem de males? E o padre que recomenda ave-marias e padre-nossos para nos livrar/perdoar de todos os pecados? É “Fake News”? Questionar tais manifestações de quem quer que seja é obrigação de um imprensa em busca de desmonte de narrativas com propósito definido. Há que trazer para a frente das câmeras de programas como “Direto ao Ponto”, “4por4”, “Opinião no Ar” e até mesmo convidados para aa live semanal do Presidente, personagens como Renan, Randolfe, Pacheco, Barroso, Moraes, Salomão, esquerdoartistas, Felipe Santa Cruz, Luiza Trajano, Maria Alice Setúbal, Hélio Schwartsman (e companheiros de mesma má índole), e todos os que se escondem no desejo de retorno a um sistema oligárquico de a$$alto ao país, de modo a  terem seus posicionamentos confrontados frente às câmeras. Mais do que isso, serem confrontados com o futuro previsível do avanço de uma tirania cultural imposta de cima para baixo a partir de políticas como ideologia de gênero, socinismo, passaporte de vacina, censura direcionada, governo mundial, nova ordem mundial e outras sandices. Não há porque temer tal confronto. Se temermos, então não estamos suficientemente conscientes de nossos valores. E não adianta bater em "saco vazio" como faz, por exemplo, Constantino com Amanda, pois ela é apenas uma pobre coitada que acredita em "democracia socinista" e em desejos honestos de políticos corruptos ou ansiosos por uma oportunidade.

Mas não é isto que nossos estóicos guerreiros estão fazendo. Boa parte dos que indico na primeira nota de rodapé, por decisão própria ou por injunção das regras de seus contratos de trabalho, nem podem fazer o que reivindico.  Mas que pelo menos, quando intimados a analisar uma “atuação” típica dos “perdedores de 2018”, não percam tempo precioso da tolerância de suas audiências falando para a bolha, nos explicando a falta de lógica e as razões “aparentes” que justificam o que apoiam ou o que fazem, até mesmo com total desprezo pela Constituição. Isto é atitude de avestruz. É ignorar a guerra. É não me ajudar a entender o que está por trás.

Quero saber as razões que sustentaram a birra de Barroso em relação ao voto impresso, auditável, que visa trazer mais um mecanismo de segurança para garantia de processo eleitoral honesto. Quero saber as razões de Alexandre de Moraes para ir contra si mesmo, pois está em todas as plataformas o vídeo de seu discurso onde diz: “quem não quer ser criticado, quem não quer ser ridicularizado, fique em casa” (assista o vídeo) tendo sido acompanhado em seu voto por todos os demais 10 ministros  de então. Que poderosas forças ocultas fazem este jurista, ministro da suprema Corte do País, passar a perseguir e prender quem diz o que ele não gosta de ouvir?[7] Quero saber quem exigiu que Fachin soltasse "o maior ladrão do país" em mar/21 com uso de uma “firula” jurídica - e se os argumento$$$ foram fortes ou se bastou o ministro ser militante do PTdoG - e enviasse os processos e provas para as catacumbas do judiciário do Distrito Federal para serem reanalisados (sic), reanálise esta que não aconteceu até hoje (out/21) e que, não acontecendo a confirmação da condenação até janeiro/22, do “homem mais honesto do Brasil” estará inocentado de ter comandado, por mais de uma década, um assalto na “mão grande” aos impostos pagos e oriundos do trabalho e inocência de mais de 200 milhões de brasileiros. Quero saber o que faz Renan e seus parceiros desejarem tanto retirar Bolsonaro da disputa em 2022? Que tanto eles perderam de propinas em obras públicas? O que sustenta as inações institucionais da OAB frente aos abusos da justiça que, iniciados pelo STF, já começam a ser copiados por instâncias inferiores (vide TSE)? Quero ver exposta a hipocrisia de artistas consagrados que foram agraciados com recursos da lei Rouanet tomando o lugar de jovens valores que seriam, em princípio, os destinatários dos recursos. Quero saber com o que eles se comprometeram para assumir tal cinismo (ouvi dizer que um certo ator ex-global deixou escapar que só investia em imóveis em... Paris). Quero saber o que move Dória na insistência de uma vacina pra lá de Xing-ling feita pelo país de onde surgiu o coronavírus (de onde provirá o financiamento de sua próxima campanha seja lá para que cargo for?). Quero saber com o que está relacionada a exigência de uma vacinação que não imuniza nem impede o contágio, como já observado. Quero saber como Renan e Aziz, possuidores de má ficha corrida, foram colocados no comando de uma CPI com o único propósito de tirar o Presidente do cargo. Que acordos foram feitos para os governadores terem sido blindados de investigação pela CPI, mesmo com casos suspeitos de corrupção apontados pela própria imprensa? 

Estes são alguns poucos dos meus quereres que, creio, sejam NOSSOS quereres. Eles são muitos e as respostas que encontramos não nos satisfazem, porque nós já sabemos que eles nos acusam do que são; sabemos que nos acusam de fazer o que fazem; sabemos que querem implantar um Estado opressor, desconstruir a família, e a integridade psicológica de nossas crianças (é de pequeno que se torce o pepino); sabemos que querem inserir o país em uma “nova ordem mundial”; que querem aumentar o poder de censura, mas só das manifestações de opinião contrárias às suas “verdades”; que querem tomar o lugar um presidente eleito em um pleito que não conseguiram fraudar; sabemos que são contra todo e qualquer ato ou intenção de um governo que não o deles; enfim, longe do phoder, sabemos o que conseguimos enxergar, o que nos é dado o direito de ver, mas e as intenções e objetivos que o “mecanismo” esconde?

Eu e todos os brasileiros distantes do phoder, mas alvos primários deste mesmo phoder, precisamos de fontes – informantes, na novilíngua – que, na possibilidade de enxergarem além do que podemos enxergar – exponham as reais intenções do que dizem e fazem em público esses “perdedores de 2018”. 


Acho que já disse o que precisava. Encerro recorrendo e me inspirando em um alerta do professor Olavo para ressaltar o erro de se argumentar logicamente, legalmente, juridicamente, moralmente, contra os ataques dos “perdedores de 2018”, pois aze-lo “é tão descabido quanto tentar deter um assaltante à força de citações do Código Penal” e/ou, acrescento eu, de com a Bíblia na mão citar os mandamentos “Não roubarás” e “Não matarás”!!!
 


Estóicos guerreiros da comunicação digital, tragam-nos a luz!

 

P.S.: Como fica evidente, estou relendo “1984”. Nos momentos de descanso da leitura me pergunto: onde eu estive vivendo por décadas que não me dei conta do que acontecia e que hoje tenho como realidade a ficção que Orwell imaginou em 1948.



[1] Talvez algum leitor tenha um meio de acesso a algum deles onde possa postar uma mensagem longa. Eles estão entre os listados aqui ao lado, abaixo do índice das postagens.

[2] “Mecanismo” é minha preferência (em substituição ao pedante “establishment”) para rotular a ação de todas as instituições do Estado e as da sociedade civil que preferem a ele se agarrar. São elas, entre outras: servidores públicos dos 3 poderes para os quais “redução do Estado” é palavrão; empresas de comunicação que perderam as gordas verbas que balizavam seus editorias; partidos e políticos que assaltavam empresas públicas; entidades “não-governamentais” que promoviam todo tipo de arruaça com verbas “governamentais”; entidades e profissionais do direito para quem quanto pior melhor; empresas e indivíduos “amigos do Rei” premiados com empréstimos super-subsidiados do BNDES; e alguns outros de pequena expressão, mas frustrados com perdas financeiras ou de privilégios causados por decisões de Bolsonaro desde seu primeiro dia de governo.

[3] Veja neste vídeo que a revista já correu para alterar a publicação, num ato que comprova a previsão feita em “1984” por George Orwell, onde o personagem Winston trabalha em um departamento de “atualização” da verdade. É o personagem Wilson que exime seu trabalho de “qualquer ato de falsificação: a referência era sempre a erros, enganos, equívocos, más interpretações que precisavam ser corrigidos, no interesse da exatidão. (...) Era apenas a substituição de uma sandice por outra.”

[4] Desde a postagem “Reflexões Mimimístas” passei a dividir os dois opostos político-filosóficos como vitimistas (ex-esquerdistas) e estóicos (ex-conservadores). E neste vídeo, entre outros fatos, veja o que postou nas redes sociais o Monark, integrante do canal Flow, um vitimista ativista de primeira.

[5] Cito novamente o personagem Winston: “Não é fazendo ouvir a nossa foz, mas permanecendo são de mente que preservamos a herança humana.”

[6] Como Orwell define: Duplipensar é “saber e não saber, ter consciência de completa veracidade ao exprimir mentiras cuidadosamente arquitetadas, defender simultaneamente duas opiniões opostas, sabendo-as contraditórias e ainda assim acreditando em ambas; usar a lógica contra a lógica, repudiar a moralidade em nome da moralidade, crer na impossibilidade da democracia e que o Partido era o guardião  da democracia; esquecer tudo quanto fosse necessário esquecer, trazê-lo à memória prontamente no momento preciso, e depois torná-lo a esquecer; e acima de tudo, aplicar o próprio processo ao processo.”

[7] Estará Moraes inspirado em 1984 e caminhando para implantação do método de “vaporizar” cidadãos “inconvenientes”? Escrevo isto e imediatamente me vem à lembrança o “sumiço” de Caio Coppolla. Quem sabe o que lhe aconteceu?


quinta-feira, outubro 21, 2021

A RELIGIÃO PTdoG

“A ideologia é um conjunto de doutrinas, na maior parte de assombrosa imbecilidade, criadas para fechar as avenidas da investigação intelectual. (...) A ideia de “ditadura do proletariado” não pretendia descrever uma realidade; pretendia pôr fim às indagações, de modo que a realidade não pudesse ser percebida.”

Roger Scruton

O comunismo é uma ideologia sem Deus, mas ao adotar, na prática, os métodos gramcistas, o PT deu um salto estratégico e se transformou em uma religião cujo Deus, referência moral suprema, é Gramsci, o ideólogo-prisioneiro italiano que nos seus 11 anos de cárcere construiu os fundamentos para a evangelização das massas para a aceitação de sua hipotética  inferioridade intelectual. Expor ao Leitor um pouco dos dogmas e mentiras do catecismo Petista é o meu objetivo, e não pela minha ótica, visão ou interpretação, mas pela avaliação de intelectuais que, em alguma medida se dedicam e se dedicaram à tarefa de desmascarar tal seita. Este texto é um rearranjo de reflexões de 2 principais autores: Flávio Gordon[1] e Olavo de Carvalho[2]. A estes acrescentei algo de Orlando Figes[3] e Roger Scruton[4].

A estratégia de Gramsci é a execução de uma lavagem cerebral” e de um “adestramento pavloviano da sociedade” com o objetivo final de obter “a coletivização das consciências e das almas”. Se isto não é a vontade de ter poder pelo phoder, por que alguém desejaria tal coisa para a humanidade? Pior. Por que esta ideia tem militantes por todas as partes? A par da pandemia causada pelo Coronavírus, parece haver uma outra pandemia de desejo de tirania sociopata profunda cuja transmissão virótica se dá por proximidade com máscara e em momentos de fraqueza intelectual. A meta final dos infectados é declaradamente “a transformação da natureza humana”[5], ou seja, mudar a psique de 8 bilhões de seres humanos!!! Não se assustou? Leia de novo. Ficou assustado? Leia de novo. Depois, respire fundo porque vem mais.

Quem são os defensores irracionais do PTdoG? Minha resposta está no que apresentei em “Reflexões Vitimistas”. Os alvos fáceis são eles, os vitimistas, os que “anseiam por ilusões lisonjeiras, em cujo colo macio possam esquecer sua própria miséria”.

Estratégia apresentada vejamos o que este a-Deus[6], em suas enclausuradas masturbações, ejaculou como ações táticas. Se Marx tratou do idealismo de uma “ditadura do proletariado”, Gramsci cuidou da metodologia, do como fazer.

Gramsci é astuto, vil, sórdido, inteligente e psicopata[7] em último grau.  Não instiga a rebelião porque não quer o confronto advindo da reação de opositores naturais, óbvios, que poderiam derrotá-lo. Suas táticas são inspiradas na “aranha que anestesia a vítima antes de matá-la”. Para ele a transformação deverá ser conduzida por meio de pequenas e quase imperceptíveis rupturas” operadas no seio das instituições da sociedade civil e do Estado, através de um paciente processo de penetração em busca de uma “hegemonia” de humanos, como Gramsci nomeou. Quando esse fim for atingido, o Partido, a Igreja Suprema (também visto como um moderno “príncipe” de Maquiavel), através de seus discípulos, assumirá “o controle da sociedade política”, pois toda a cultura estará “pronta para recebê-los de maneira consensual”.

Um discípulo de qualquer nível do PTdoG mente desavergonhada e descaradamente porque apreendeu o preceito gramscista de que o uso da mentira “não é nada mais, nada menos” que “o método essencial da ação política.”

Para que, portanto, radicalizar, confrontar? Tudo pode ser alcançado “sem sujar as mãos”. Melhor “trabalhar pela derrota da hegemonia burguesa”, preferencialmente ocupando alguma posição no establishment e “aproveitando seus frutos”. Há que primeiro “ocupar os espaços apropriando-se de todos os meios de divulgação” (e isto o PTdoG fez com razoável competência). O que um bom petista “temente a Gramsci” deve desejar, é “mudar os sentimentos morais, as reações de base” sem provocar “prematuramente[8] antagonismos indesejáveis”.

E tudo tem que ser feito desde a base. Para Gramsci, “toda relação de hegemonia é necessariamente uma relação pedagógica”.  Portanto, “as escolas, as universidades, as igrejas, os jornais, a esfera do show business” são, em sua terminologia, “aparelhos privados de hegemonia”.

Se o PTdoG abre mão da força, da rebelião em armas, antes de chegar ao phoder (MST, MTST e outros, são rebeldes incômodos), é porque eles precisam dos intelectuais, seus “verdadeiros agentes da revolução”. Acreditam que da união entre intelectuais petistas e as massas “emergirá uma nova forma de governo por consenso” (não ria!). O detalhe é que para Gramsci quem quer “que trabalhe para a propaganda do Partido” é um intelectual.

Era isto o de mais relevante tinha para mostrar ao meu Leitor. Apenas acrescento algumas informações adicionais como complemento, aquela cereja do bolo, aquele “Ah, e mais uma coisinha” com que o Cláudio Lessa termina seu noticiário. Neste meu caso, são algumas cerejas e algumas coisinhas a mais.

DE FLÁVIO GORDON

1.    Aproximadamente um terço das dissertações ou teses no campo acadêmico-educacional citava o nome de Gramsci (...) o teórico do aparelhamento [que] no caso do aparelhamento petista do Estado transformou os poderes Legislativo e parte do Judiciário, além de (...) organizações da sociedade civil (UNE, OAB, CNBB entre outras) em meros órgãos do partido [mas tudo isso] precedido pelo aparelhamento da cultura.

2.    É importante observar a existência de um capitalismo subterrâneo em vigor na URSS, onde se criou uma brutal divisão social pela qual os altos membros do governo, do partido e do funcionalismo público tinham acesso, via mercado negro e corrupção a produtos importados e exclusivos, enquanto o restante da população vivia na escassez das mercadorias locais.

3.    Há duas coisas que o comunismo fez em escala industrial: denunciar e matar.

4.    Não por acaso, Hitler e Lula reivindicaram para si, mutatis mutantis, aquele[9] “direito ao crime”.

5.    Os petistas se convenceram de que, por serem excepcionalmente virtuosos, haviam forçosamente de gozar de um “direito ao crime”.


DE OLAVO DE CARVALHO

1.    A corrupção petista não é [só] financeira: é uma corrupção política, moral e psicológica. Ela consiste em perverter até o fundo os meios de atuação política e mesmo cultural, os critérios de julgamento e a consciência moral dos indivíduos e das massas.

2.    A organização do PT não é de um partido político eleitoral, mas sim a de um partido revolucionário, construído para tomar o poder. [quando] então os dissidentes serão banidos e se instalará a unidade monolítica.

 

DE ROGER SCRUTON

Claramente, estamos lidando com uma necessidade religiosa, uma necessidade plantada profundamente em nosso “ser genérico”. Existe um desejo por pertencimento que nenhuma quantidade de pensamento racional, nenhuma prova da absoluta solidão da humanidade ou da natureza irredimível de nossos sofrimentos pode erradicar. E esse desejo é mais facilmente recrutado pelo deus abstrato da igualdade que por qualquer forma concreta de compromisso social. Defender o que é meramente real se torna impossível quando a fé surge no horizonte com seus atraentes presentes de absolutos.

 

DE MICHAEL LÖWY[10]

 

O problema do PT foi não ter sido suficientemente de esquerda. [Se lhe for dado nova chance, não irá cometer o mesmo erro.] É como se nos dissesse: “Está vendo? Vocês ainda não nos deram o poder ilimitado. Por isso as coisas deram errado."





[1] Flávio Gordon, doutor em antropologia social, escritor, tradutor e autor do blog "O Brasil e o Universo: crônicas sobre a surrealidade política e cultural brasileira" (http://obrasileouniverso.blogspot.com.br). O que usei neste post foi tirado de “A Corrupção da Inteligência’ cujo extrato você pode ver aqui.

[2] Olavo de Carvalho, professor, filósofo, autor de “O Imbecil Coletivo”, “O Jardim das Aflições”, “O Mínimo Que Você Precisa Saber Para Nâo Ser Um Idiota”, entre outros. O que usei neste post foi tirado de “A Nova Era e a Revolução Cultural” cujo extrato você pode ver aqui.

[3] Citado por Flávio Gordon, Orlando Figes é um historiador inglês, professor de História na Universidade de Londres. É um dos maiores especialistas atuais em história da Rússia desde o século XVIII. Fonte: Wikipédia

[4] Roger Scruton, escritor inglês, filósofo conservador, autor de “Tolos, Fraudes e Militantes” de onde tirei o que fiz uso neste artigo cujo extrato você pode ver aqui.

[5] Um exemplo prático vem da “arrogância suprema” de Jean Wyllis, ex-BBB e deputado quando disse que “os livros, o conhecimento, me livraram dos destinos imperfeitos e me colocaram numa posição de transformar o mundo para melhor”.

[6] A-Deus: Uso “a” tanto no sentido grego de negação, um não-Deus, um Deus que não é Deus, mas o é para os cooptados e convertidos, quanto no sentido de “agnóstico”, um “deus” que não acredita em sua natureza transcendental.

[7] Lembro que a psicopatia é total falta de empatia com seu semelhante. Um psicopata de “raiz” tem para com os demais, todos os demais, seres humanos total desprezo, só lhe interessando o que eles podem servir a seus próprios interesses, desejos e objetivos.

[8] Em Olavo de Carvalho encontramos o alerta para este “prematuramente”: “Depois que se toma o poder (...) de certo modo, a Revolução Cultural perde força a partir do momento em que o Partido domina o Estado.

[9] A expressão latina quer fazer uma ressalva, ou seja, é igual mas depois de feitos um ou outro ajuste.

[10] Pensador marxista brasileiro (!!!), citado por Flávio Gordon.